Sereias e piratas.
- Um capitão-mór vale mais que dois morgados.
- Profundo, denso, questionante, ontológico.
- É fixe!
QUERENDO PERPECTUAMOS. UM SÉCULO DE EXISTÊNCIA. BANDA MARCIAL MARIENSE. 1ª REPARTIÇÃO.

"Escuta: combatente destacado para, durante a noite ou em ocasiões de nevoeiro, detectar pelo ouvido a actividade do inimigo."
(2) CÉSAR, TOMÉ, POSSIDÓNIO (O poeta e o melhor), a embaixadora ALZIRA (a incansável) , CARLOS MEDEIROS, os REFORMADOS IMPRESCENDÍVEIS, entre OUTROS DAS GENTES AÇOREANAS poderão estar (alguns já estão, ou estão a chegar, ou já fizeram chek in) muito bem EM WASHINGTON. Ainda há lugares nos não-fumadores.
(3) Começa o Angra Rock

menina da nossa «ila» que trabalha na Corn Flakes Road.

O Comandante, figura estranha e de porte altivo, raramente é visto no convés. Quando me apresentei pela primeira vez no seu camarote falou-me da “Novela Do Auxiliar Pianista”. Exemplificou-me também, no rebecão e sempre fortissimo, a forma musical predilecta da Fragata: o aquecimento, definindo-a como algo semelhante ao stabat mater, poemeto sobre as sete dores da virgem Maria.
O Imediato é o tripulante mais difícil de lidar. Obstinado pelas grandes viagens, cultiva um interesse genuíno pela navegação e não é primeira vez que passa tormentas nos mares asiáticos. Lança apitos estridentes e para o encontrar basta ir ao tombadilho. Fala e muito e de tudo, com todos aqueles que frequentam aquela zona, como sejam o Sota-piloto-de-barra-leitor-freelancer-bailarina que teima em abandonar a embarcação sempre que ela larga amarras; o clandestino, que através do Imediato, mantém o nome mas não o estatuto - todos sabem que frequenta a sala de oficiais e que é homem de poucas palavras, o ilustrador-de-bordo que ainda não o é e para o ser precisa de uma semana, ou ainda o poeta da proa que não se cansa de exclamar com voz de bombardino: “isto é um verdadeiro um navio!”
O Marujo, sempre rodeado de mapas e com algumas vagas noções de navegação é figura arritmada embora já tenha tocado tambor para galeotes. Sempre que se fala em carreira na marinha, faz questão de dizer que abandonou livremente a carreira promissora de grumete que lhe fora oferecida. Navega com boa vontade mas tropeça muitas vezes no cordame. Raramente se deixa levar pelos devaneios dos oficiais mas regista-os, acumulando funções de escrivão. Travou comigo uma longa conversa sobre a carta para Mozart de seu pai, onde este dava a notícia que não viajaria de coche por cuidado com as suas duas ameixas (incluindo os caroços).
de compasso[1]: “eu não sou músico, eu era era bom sócio”. 

Prémio musical: concerto para bebés e Workshop.
O berço da sensibilidade musical
Os concertos para bebés são um projecto experimental e pioneiro no domínio da produção musical para a infância, a nível mundial. Nasceram em Leiria, em 1998, na sequência de dois outros projectos de formação no âmbito da música para crianças até aos cinco anos.
A ideia saiu do gabinete de projectos especiais do Orfeão da cidade, coordenado por Paulo Lameiro, o maestro e condutor dos espectáculos, que já ultrapassou fronteiras. "A ideia base e fundamental é proporcionar a recuperação e manutenção dos níveis de aptidão musical existentes no momento em que a criança nasce; promover a audição de música acústica, com géneros e intérpretes de qualidade, em idades cujo processo de aprendizagem é mais estruturante (até aos cinco anos, porque aos seis é tarde de mais)", lembra Paulo Lameiro, que acrescenta ainda: "Sensibilizar os pais para o papel que lhes cabe no desenvolvimento da aptidão musical dos seus filhos ainda bebés; desenvolver novas estratégias de ensino, no sentido de as aproximar da realidade actual, e dos dados mais recentes no domínio da pedagogia musical; incentivar os músicos práticos a novos canais de comunicação; criar novas referências para o ensino da música e dos instrumentos; e contribuir para a realização de novos materiais pedagógicos".
O maestro diz que o objectivo "não é formar ou criar pequenos Mozarts. Não é nada disso. É tentar provocar-lhes e descobrir-lhes novas sensações, observar que sons provocam uma alteração de comportamento na criança". E explica: "É possível observar numa criança, pela sua reacção física e pela forma como se movimenta, como é que ela está a sentir a música". (retirado de Jornal de Notícias)
Prémio 'dar ao litro': jovem pianista Japonesa Hiromi.
Prémio Desprezo: conjungação montras e artes plásticas.
"Sóseperquem as que fiquem no chão. Táva à espera doutra coisa". (ilustrador)
Prémio 'Pelouro': mais um trio.

"JORNALISMO DE "ANTECIPAÇÃO" COM CINQUENTA ANOS



-758671.jpg)
obreiro", zás; "peregrino da natureza" e da "paisagem", zás; visionário do "sublime", zás; "com formação académica", zás; uma "beleza de trabalho", zás; "uma obra sempre aberta", zás...-748731.jpg)
(EgoClandestinu)
“O grande clandestino
(...)
O que é preciso é nunca dormir e ficar vigilante para obrigá-lo ao menos a disfarçar a evidência de suas metamorfoses. (...)
Aí, sim, destruição e reconstituição se confundem. Sacos e sacos vão se enchendo e esvaziando toda a vida. Perde-se até da morte. (...)“
(Aníbal Machado)
http://ogerme.blogspot.com/

da dupla Vitor Castro e Paulo Cunha resulta simples e bem.



10 min.
dinâmica zero
enjoativo
abertura de válvulas
pistons
outra abertura
tubos de alumínio
dinâmica/%//'///!M?
- inocência contínua.
- doentio; estética viral (só os autores estavam vacinados?).
- não se dirigem para a simplicidade de um só acorde.
- depois da destruição! É NADA, ou zero elevado a zero.
- dar a conhecer o que se faz em Nova York e Pequim.
"... Ficava sozinho na sua gruta, com o espírito livre de qualquer pensamento, sem sequer se preocupar com a recordação dos atributos de Deus ou das frases do Alcorão. Assim concentrado, repetia agora: "" la ilaha illa Allah", "não há outro Deus senão Deus". Começava a recitar a partir do lado esquerdo do peito - o nicho que abriga a ardente lâmpada do coração -, pronunciava a primeira palavra ligeiramente acima do umbigo, depois passava devagarinho para o lado direito, voltando a subir acima do coração, de forma a desenhar um círculo perfeito. Quando a recitação tinha penetrado no seu ser, pronunciava apenas o nome de Alá, repetindo-o até ao infinito. Estranhos fenómenos acompanhavam a oração. Com o ouvido interior parecia-lhe ouvir dentro do corpo sons de trombetas e de címbalos, um rumorejar de água, o mumúrio do vento, o crepitar do fogo, passos de cavalo, o ruído seco das folhas quando o vento sopra e as agita. No fim ocorria o milagre. Sem que Husayn o procurasse, o nome de Alá surgia espontaneamente sobre a sua língua que se soltava num suave abandono."

Procurem-nos por entre muralhas de S. João Batista,
clandestinando!




VIAGEM À ILHA DEUSA (6)


http://www.esa.int/SPECIALS/Cassini-Huygens/SEM85Q71Y3E_0.html#a
"This recording is a laboratory reconstruction of the sounds heard by Huygens' microphones. Several sound samples, taken at different times during the descent, are here combined together and give a realistic reproduction of what a traveller on board Huygens would have heard during one minute of the descent through Titan's atmosphere."



DIÁRIO
DE
BORDO
revisitado
Os oficiais chegaram passados alguns minutos das 17 horas.
Decidiram homenagear o amigo e maestro Artur T. Von Seca (G.U.M.).
Mais uma vez Kanimambo.
Neste mesmo dia está por decidir a disponibilidade de toda a tripulação para
contribuir junto das forças internacionais na questão do Povo Maubere.
9.9.99
O Cmdt., numa exemplificação musical do 'pinheirinho' (Single brevemente à venda), prendeu um pêlo branco do bigode na gaita de ilustrador.
